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Cemig Tech aborda a inovação nos negócios e na gestão pública

22/01/2019
Fonte: Cemig 

Presidente da Fiemg e professor da FGV abordaram o tema nos dois ambientes  

Os ambientes necessários para a implementação da inovação no setor público e de negócios do país foram abordados no primeiro encontro do Cemig Tech, este ano, que aconteceu nesta terça-feira (22/1), no auditório da Companhia, em Belo Horizonte. A abertura do evento foi feita pelo presidente da Cemig, Bernardo Alvarenga, que foi o anfitrião das palestras do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, e do doutor em Administração Pública e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Francisco Gaetani. No final, o debate foi mediado pelo diretor de Relações Institucionais e Comunicação da Cemig, Thiago de Azevedo Camargo.

Em seu discurso de abertura, Alvarenga destacou que a inovação pode garantir um melhor ambiente de negócios em Minas Gerais: “A inovação pode aumentar a produtividade do governo e das empresas com impactos significativos na competitividade e qualidade dos serviços prestados.”

O presidente da Cemig afirmou também que a companhia está atenta aos avanços promovidos pela inovação. “Atualmente, 42% de todo o atendimento ao cliente realizado pela Companhia é feito por meio dos canais digitais. Só no ano passado, a Agência Virtual, hospedada em nosso site, e o aplicativo Cemig Atende, disponível para smartphones e tablets, foram responsáveis por 26 milhões de atendimentos. É mais facilidade e agilidade para o cliente. Isso também significa economia de recursos para a Cemig e para nossos clientes”, destacou.

A 4ª revolução industrial, ou Indústria 4.0, foi o foco da palestra do presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, que apresentou um histórico da evolução industrial no mundo, iniciada no fim do século 18. “Boa parte da nossa indústria ainda não implementou a 3ª revolução industrial, que é a automatização da produção. Alguns setores terão que pular da Indústria 2.0 para a 4.0 – e talvez façam isso mais fácil do que quem está na 3.0. Se por um lado é um grande desafio, por outro lado é uma grande oportunidade para usarmos o que o brasileiro tem de mais pujante: a nossa criatividade. Temos que entender que a Indústria 4.0 não é ameaça. É oportunidade.”

O doutor em Administração Pública e professor da FGV, Francisco Gaetani, ressaltou a necessidade de modernizar os ambientes legais e regulatórios: “O setor público só pode fazer o que a lei prevê e não há como você prever o sucesso de uma inovação. É preciso modernizar o ambiente legal e regulatório. Além disso, o governo precisa abraçar as tecnologias da Indústria 4.0 e ser parceiro do setor privado nesse processo de promoção de inovação e transformação para que o país consiga competir globalmente.”



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