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Conselho da Cemig GT aprova compra de participação na Renova e venda de Alto Sertão III

25/03/2019
Fonte: Cemig

Ações fazem parte do plano de reestruturação da empresa de energias renováveis

O Conselho de Administração da Cemig Geração e Transmissão (Cemig GT) e da Light aprovaram, nesta quinta-feira (21/3), a compra de ações ordinárias e preferenciais da Renova Energia S.A., de propriedade do CG I Fundo de Investimento em Participações, contemplando ações pertencentes ao bloco de controle da Renova.  Em contrapartida, o CG I receberá títulos da dívida emitidos pela Renova e subscritos pela Cemig GT e Light Energia.

“A Cemig e a Light são empresas que atuam no setor elétrico brasileiro, nas áreas de geração, transmissão e distribuição, sendo que a energia renovável faz parte do seu core business. Vamos sanear a empresa para que ela volte a participar de forma competitiva de certames de energia renovável e retome a liderança em geração de energia eólica no país”, destacou o diretor de Gestão de Participações da Cemig, Daniel Faria Costa.

Ainda como parte da reestruturação da empresa, o Conselho de Administração da Cemig GT aprovou, nesta quinta-feira, a orientação de voto na Renova para alienação do Complexo Eólico Alto Sertão III para a AES Tietê Energia e o reperfilamento das dívidas da Renova com o Banco BTG, com o Banco Citibank e com a Cemig GT e a Light.

Segundo o diretor Daniel Faria, a reestruturação da Renova busca equacionar o seu endividamento para expansão da empresa. “Para a Cemig, o setor de energias renováveis é vital na nova configuração do setor energético, cada vez mais dependente de matrizes alternativas, e a Renova é um importante braço estratégico para expansão da empresa na área de energias renováveis”, acrescentou.

Sobre a Renova Energia

Fundada em 2001, a Renova Energia é uma companhia brasileira de geração de energia elétrica renovável com atuação em matrizes eólicas, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e solar. Desde 2009, sua atuação está fortemente concentrada em projetos de fonte eólica, segmento no qual é pioneira no Brasil.

 

Em janeiro de 2014, a Renova ampliou seu portfolio com a aquisição de 51% da Brasil PCH, adicionando 148,4 MW à capacidade de geração da companhia. 



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